Imagem do curso Média e Sociedade
1º semestre

  1. 2026/2027

Esta UC propõe um questionamento do estatuto dos média na contemporaneidade,  tomando como ponto de partida uma questão que orientará o trabalho ao longo do semestre: qual a relação entre média e sociedade, como pode esta ser estudada e a partir de que objectos? 

Para responder a esta questão, o seminário estrutura-se em três eixos articulados. O primeiro, Média, Poder e Sociedade, constitui o enquadramento teórico da UC e aborda um conjunto de dimensões estruturais para pensar os média na actualidade enquanto formas de organização social e de exercício do poder, incindindo sobre questões infra-estruturais, funcionais e do âmbito da regulação.

O segundo eixo, o Laboratório de Análise, toma a mediatização da memória como campo de experimentação analítica. A partir de diferentes objectos e problemas, este eixo procura mostrar como ferramentas teóricas podem ser mobilizadas na análise de objectos concretos e como diferentes formas de mediatização participam na construção, circulação e disputas em torno da memória pública.

O terceiro eixo, a Oficina de Investigação, acompanha ao longo de todo o semestre, o desenvolvimento do trabalho de investigação de cada estudante. O objectivo é o desenvolver progressivamente a capacidade de formular problemas, construir objectos de investigação e mobilizar conceitos e ferramentas metodológicas de forma autónoma.

Em cada sessão, a discussão será ainda acompanhada por uma  análise formal dos textos científicos de leitura obrigatória, procurando fomentar a familiaridade com as diversas tipologias da escrita académica.  Deste modo, a reflexão sobre “como  investigar” acompanhará transversalmente o trabalho desenvolvido ao longo do semestre,  estimulando e apoiando a realização de uma investigação própria.


Imagem do curso Ecologia Política e Cultural
1º semestre

A proposta de trabalho para o ano letivo 2026-2027 dará atenção aos contextos pós-coloniais e às problemáticas do desarquivamento e remediação da memória, da descolonização das práticas culturais e  da reparação histórica relativa aos legados do colonialismo europeu, trazendo em particular o caso português. Estas reflexões surgem no contexto mais amplo dos debates filosóficos e políticos contemporâneos sobre a ecologia da Terra, a crise climática e a acelerada transformação das condições de vida terrestre.